Rosmaninho e Alecrim pelo chão

Um caminho dourado por Midas, queimando à passagem os pés descalços dos desterrados

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Hugo André Barbosa Carvalho dos Santos. Nascido a 15 de Abril de 1978. Curso de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. Curso de Artes Gráficas da Escola Secundária de Soares dos Reis. Curso de Formação Pedagógica Inicial de Formadores. Curso de Desenho Assistido por Computador como Conteúdo Multimédia. (Dreamweaver, Flash, AutoCad, 3D Studio Max, Photoshop) Bolseiro Erasmus 2000/2001 (Faculdade de Belas Artes do País Basco). Frequentou 2 cursos de verão do CPCIL (Centro Português para a Criatividade Inovação e Liderança). Frequentou 2 Workshops de teatro na FBAUP em 1999 e 2000. Membro da ARGO (Associação Artística de Gondomar) desde 1993. Membro do CCTEG (Centro Cultural de Teatro Experimental de Gondomar).

quarta-feira, setembro 22, 2004

Young Gods

(fui ao primeiro Vilar de Mouros da nova série por causa deles)

Porque no fundo somos todos um deuses muito novos...


Long lumped in with the industrial crowd due to label associations more than anything else, the Young Gods ultimately remain unclassifiable; while signing with Interscope meant some American marketing in the wake of Nine Inch Nails' huge breakthrough, the Gods remained their own unique outfit on this, their best album yet. Ranging from the brief, minimal sonic fragments like "Outside" and "Gardez les Esprits" to the acoustic (!) lament "Child in a Tree" to amped-up, overdriven post-techno devastations such as "Strangel" and the moody but charging "Speed of Night," the Gods create a consistently listenable album, demonstrating their considerable ability via variety while always providing songs to hum, sing, or just mentally mosh your head off to. "Kissing the Sun," a reworking of old R&B hooks like "Gasoline Man" but taken to practically apocalyptic levels both musically and lyrically, balances nearly a cappella verses from Treichler with crunching riffs that sound like Metallica played by Robotech battlecraft. The centerpiece, the 17-minute "Moon Revolutions," takes the epic aspirations of "Summer Eyes" one step further, starting with a typical enough Gods punch before settling into an unsettling ambient midsection that slowly fades back into a pummeling, driving conclusion going at full tilt. Sounding like nothing else recorded that year, Only Heaven more than maintains the unassailable reputation of the Gods as a constantly innovative, forward-thinking band. ~ Ned Raggett, All Music Guide


Finalmente tive de volta um dos melhores albuns dos anos 90 e um dos albuns que mais me influenciou até hoje: Only Heaven dos YOUNG GODS. Posted by Hello

terça-feira, setembro 21, 2004


A ministra da educação é conhecida por ser multifacetada. Antes de ser ministra foi actriz de um dos filmes com mais sucesso a nível mundial. Palamas para a ministra!
 Posted by Hello

terça-feira, setembro 14, 2004

In Dicionário


fundamentalista
adj. 2 gén.,
que diz respeito ao fundamentalismo;
s. 2 gén.,
aquele que é partidário do fundamentalismo.

fundamentalismo
s. m., Relig.,
aceitação e defesa de um conjunto de princípios de natureza religiosa tradicionais e ortodoxos tidos por verdades fundamentais e indispensáveis a uma consciência religiosa (individual ou colectiva).

fundamental
adj. 2 gén.,
essencial;
que serve de fundamento;
basilar;
primordial;
necessário.

brejeiro
de brejo
adj.,
aquele que manifesta, nos ditos ou nos actos, tendências para a malícia, para a obscenidade;
maroto, garoto,;
s. m.,
tratante, patife;
ordinário, reles;

cultura
do Lat. cultura
s. f.,
acto, efeito de cultivar.
do Al. kultur
s. f.,
desenvolvimento intelectual, saber;
utilização industrial de certos produtos naturais;
estudo, elegância;
esmero;
conjunto dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições e de outros valores morais e materiais, característicos de uma sociedade;
civilização.


Koyaanisqatsi II Posted by Hello


Koyaanisqatsi  Posted by Hello